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Terça, 29 de maio de 2018

Dattoli é um auto de data, seu primeiro nó produzido foi o Coxim Calabrote e levou cerca de 4 horas para fazê-lo. Com o passar do tempo, foi se apaixonando e aprimorou essa arte tão nobre para área náutica.

         “A Rosa dos Ventos foi o nó mais difícil de fazer, levou uns 3 meses para aprender, ela pode auxiliar como uma                         bússola tradicional. Então, eu olhava no livro e fazia; errava, desmanchava e começava tudo de novo. ”

Dattoli afirma que já produziu cerca de 200 tipos de nós e que no mundo, existem mais de 2500 tipos. Durante sua carreira como artesão, confeccionou perto de 700 quadros de nós, um semelhante ao outro.

Basta alguns centímetros de corda (ou cabo) de polipropileno (tipo de nylon), sisal, cola, veludo e lamina de madeira, para se transformar em uma obra de arte náutica nas mãos de Eduardo Dattoli, marinheiro de esporte e recreio, habilitado como Mestre Amador há 37 anos. Conhecido por “Chileno”, veio para o Brasil em 1977 e em 1980 iniciou sua carreira como marinheiro particular.

Conheceu a arte dos nós através do livro Manual do tripulante e o livro Arte Naval, onde teve a ideia de produzir nós e emoldurá-los em quadros. No começo, foi um passa tempo e depois para complementar a renda familiar.

UM MARUJO APAIXONADO POR NÓS DE MARINHEIRO

                                          Os quadros de nós custam em média, entre 50 a 120 reais, para os menores, e entre 200 a 300 reais para os maiores, dependendo da personalização.

Os quadros de nós de Eduardo Dattoli podem ser encontrados e adquiridos, na Feira de Artesanatos da Casa de Cultura de Bertioga, ao lado do Forte São João, aos sábados das 16h às 22h, e domingos e feriados das 10h às 20h.

Junior Morgado, Assessor de imprensa - Mtb. 0081337/SP

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